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Reabertura parcial do Museu Nacional de Arte Antiga a 21 de novembro
O Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, reabre parcialmente a 21 de novembro, após encerramento desde 29 de setembro de 2025 para obras de recuperação no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Encerrado desde 29 de setembro de 2025 para obras do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o MNAA reabre renovado ao público no dia 21 de novembro pelas 15h. Para o fim de semana da reabertura está planeado um extenso programa de atividades: inauguração do piso das artes decorativas internacionais, abertura de exposições temporárias; visitas orientadas e oficinas; e concertos, que irá cobrir sábado (15h-20h) e domingo (10h-18h). A entrada será gratuita desde 21 de novembro até 1 de dezembro (inclusive). A partir dessa data, a entrada no MNAA seguirá o tarifário estipulado para a instituição.
No âmbito do PRR, o plano de obras do MNAA teve acesso a 8,5 milhões de euros para trabalhos de conservação e beneficiação da fachada norte, reabilitação e remodelação das coberturas da ala do antigo Palácio Alvor, renovação do programa expositivo do 2.º piso das artes decorativas internacionais, o restauro integral da Capela das Albertas e a renovação tecnológica do auditório do MNAA.
Sobre o Museu Nacional de Arte Antiga
Criado em 1884, o MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga alberga a mais relevante coleção pública do país: pintura, escultura, artes decorativas – portuguesas, europeias e da Expansão – desde a Idade Média até ao século XIX, incluindo o maior número de obras classificadas como «tesouros nacionais», assim como a maior coleção de mobiliário português. São também de grande relevância no acervo, nos diversos domínios, algumas obras de referência do património artístico mundial, não só na pintura, mas também no âmbito das suas coleções de ourivesaria, cerâmica, têxteis, vidros e ainda desenhos e gravuras. No acervo do MNAA, destacam-se os Painéis de São Vicente, de Nuno Gonçalves, obra-prima da pintura europeia do século XV, a Custódia de Belém, de Gil Vicente, mandada lavrar por D. Manuel I e datada de 1506, os Biombos Namban, do final do século XVI, registando a presença dos portugueses no Japão, Tentações de Santo Antão, de Bosch, exemplo máximo da pintura flamenga do início do século XVI, São Jerónimo, de Dürer, inovadora representação do Santo, e importantes obras de Memling, Rafael, Cranach ou Piero della Francesca. Destaque ainda para a Baixela Germain, um impressionante serviço de mesa do século XVIII, encomendada por D. José I à famosa oficina parisiense de Thomas Germain, o ourives de Luís XV de França.
Saiba mais em www.museudearteantiga.pt

