Animação Cultural
“A Explicação dos Livros”
No âmbito de uma programação inovadora, visando incentivar a frequência dos nossos espaços, o Círculo Eça de Queiroz prossegue, no próximo dia 18 de junho, um ciclo de jantares-colóquio subordinado ao tema genérico “A Explicação dos Livros”, tendo como convidao o escritor e jornalista José Rodrigues dos Santos.
18 Jun 2015 | 20h00
Círculo Eça de Queiroz
Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 4, 1200-369 Lisboa
Com este ciclo pretendemos oferecer aos Associados a oportunidade de conhecer de perto o pensamento e a palavra de escritores portugueses de nomeada, que exporão os seus mecanismos criativos, das personagens à construção da narrativa.
Distinguido com vários e importantes prémios nacionais e internacionais, José Rodrigues dos Santos é hoje, sem dúvida, um dos rostos mais conhecidos da televisão, enquanto pivot do Telejornal da RTP, onde já desempenhou, também, as funções de diretor de Informação, sendo ainda um escritor com mais de uma dezena de romances publicados – recordista de vendas –, além de livros de ensaio sobre temática de Comunicação.
José António Afonso Rodrigues dos Santos, nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, em 1964, vivendo, depois, em Tete até aos 9 anos de idade, onde conviveu com a guerra colonial.
Veio em seguida para Lisboa e passou parte da adolescência em Penafiel, antes de rumar para Macau, onde despertou para o jornalismo. Iniciou-se na elaboração de um jornal escolar e, aos 17 anos, estreou-se como profissional ao serviço da Rádio Macau.
Regressou em 1983 a Portugal para frequentar o curso de Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa. Terminado o curso, candidatou-se a um estágio na BBC, ingressando depois na RTP.
Cedo obteve duas distinções: em 1986, o Prémio Ensaio do Clube Português de Imprensa, e em 1987, o Prémio de Mérito Académico do American Club of Lisbon. Com essas credenciais foi convidado pela BBC para trabalhar em Londres, onde ficou durante três anos.
Distinguido com vários e importantes prémios nacionais e internacionais, José Rodrigues dos Santos é hoje, sem dúvida, um dos rostos mais conhecidos da televisão, enquanto pivot do Telejornal da RTP, onde já desempenhou, também, as funções de diretor de Informação, sendo ainda um escritor com mais de uma dezena de romances publicados – recordista de vendas –, além de livros de ensaio sobre temática de Comunicação.
José António Afonso Rodrigues dos Santos, nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, em 1964, vivendo, depois, em Tete até aos 9 anos de idade, onde conviveu com a guerra colonial.
Veio em seguida para Lisboa e passou parte da adolescência em Penafiel, antes de rumar para Macau, onde despertou para o jornalismo. Iniciou-se na elaboração de um jornal escolar e, aos 17 anos, estreou-se como profissional ao serviço da Rádio Macau.
Regressou em 1983 a Portugal para frequentar o curso de Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa. Terminado o curso, candidatou-se a um estágio na BBC, ingressando depois na RTP.
Cedo obteve duas distinções: em 1986, o Prémio Ensaio do Clube Português de Imprensa, e em 1987, o Prémio de Mérito Académico do American Club of Lisbon. Com essas credenciais foi convidado pela BBC para trabalhar em Londres, onde ficou durante três anos.
Com a experiência conseguida em Londres, retomou o seu lugar na RTP, onde começou a apresentar o noticiário "24 Horas".
Em 1991, passou para a apresentação do "Telejornal", e tornou-se colaborador permanente da CNN até 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, com uma tese sobre reportagem de guerra, José Rodrigues dos Santos é professor da Universidade Nova de Lisboa e um dos mais premiados jornalistas portugueses.
De facto, e para além dos prémios já referidos, foi galardoado com o Grande Prémio de Jornalismo, em 1994, novamente pelo Clube Português de Imprensa.
No plano internacional, venceu três prémios da CNN: o Best News Breaking Story of the Year, em 1994, pela história "Huambo Battle" relacionada com a Guerra de Angola; o Best News Story of the Year for the Sunday, em 1998, pela reportagem "Albania Bunkers"; e o Contributor Achievement Award, em 2000, pelo conjunto do seu trabalho, aquele que é considerado o Pullitzer do jornalismo televisivo.
No entanto, e sem prejuízo da sua mais conhecida faceta como jornalista, José Rodrigues dos Santos é, também, ensaísta e romancista, tendo-se tornado um dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maiores tiragens.
O romance de estreia, intitulado “A Ilha das Trevas” foi reeditado pela Gradiva, em 2007, atual editora do autor.
Depois desse primeiro e bem-sucedido romance nunca mais parou de escrever ficção. Seguiu-se “A Filha do Capitão”, um dos seus romances mais emblemáticos e, mais recentemente, “O Homem de Constantinopla” e “Um Milionário em Lisboa”, ambos em 2013, e “A Chave de Salomão”, no ano seguinte, que já conta com tradução em castelhano, lançada este mês com a nova chancela Gradiva Ibérica.
Traduzido com êxito em vários idiomas, recorde-se que, em 2005, já José Rodrigues dos Santos estabelecera um acordo com uma das principais editoras a operar nos Estados Unidos, a Harper Collins , com o objetivo de lançar naquele país a obra “O Codex 632 “.
Em 2009, foi ainda distinguido com o Prémio do Clube Literário do Porto.
Em 1991, passou para a apresentação do "Telejornal", e tornou-se colaborador permanente da CNN até 2002.
Doutorado em Ciências da Comunicação, com uma tese sobre reportagem de guerra, José Rodrigues dos Santos é professor da Universidade Nova de Lisboa e um dos mais premiados jornalistas portugueses.
De facto, e para além dos prémios já referidos, foi galardoado com o Grande Prémio de Jornalismo, em 1994, novamente pelo Clube Português de Imprensa.
No plano internacional, venceu três prémios da CNN: o Best News Breaking Story of the Year, em 1994, pela história "Huambo Battle" relacionada com a Guerra de Angola; o Best News Story of the Year for the Sunday, em 1998, pela reportagem "Albania Bunkers"; e o Contributor Achievement Award, em 2000, pelo conjunto do seu trabalho, aquele que é considerado o Pullitzer do jornalismo televisivo.
No entanto, e sem prejuízo da sua mais conhecida faceta como jornalista, José Rodrigues dos Santos é, também, ensaísta e romancista, tendo-se tornado um dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maiores tiragens.
O romance de estreia, intitulado “A Ilha das Trevas” foi reeditado pela Gradiva, em 2007, atual editora do autor.
Depois desse primeiro e bem-sucedido romance nunca mais parou de escrever ficção. Seguiu-se “A Filha do Capitão”, um dos seus romances mais emblemáticos e, mais recentemente, “O Homem de Constantinopla” e “Um Milionário em Lisboa”, ambos em 2013, e “A Chave de Salomão”, no ano seguinte, que já conta com tradução em castelhano, lançada este mês com a nova chancela Gradiva Ibérica.
Traduzido com êxito em vários idiomas, recorde-se que, em 2005, já José Rodrigues dos Santos estabelecera um acordo com uma das principais editoras a operar nos Estados Unidos, a Harper Collins , com o objetivo de lançar naquele país a obra “O Codex 632 “.
Em 2009, foi ainda distinguido com o Prémio do Clube Literário do Porto.
É, pois, um privilégio para o Círculo acolher José Rodrigues dos Santos neste segundo jantar-colóquio, um modelo que nos propomos repetir com periodicidade bimestral.
Contamos consigo e seus convidados para participarem neste evento que terá início às 20h.
O jantar tem o preço de 25 euros por pessoa.
Reservas:
E-mail: geral@circuloecadequeiroz.com
Tel: 213 428 758 e Tlm: 960 364 685

