"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Literatura

Lançamento do livro "Vento Suão: Portugal e a Europa", de Carlos Moedas

Carlos Moedas apresenta as grandes questões europeias, abrindo-as ao debate público, numa linguagem clara e sem os habituais eufemismos políticos.

20 Fev   |  18h30

El Corte Inglés de Lisboa
Av. António Augusto de Aguiar, 31 - Piso 6 . 1069-413
Lisboa
Preço
Entrada livre

Sinopse
Vento Suão: Portugal e a Europa é também uma forma de levar o leitor a partilhar o dia-a-dia da Comissão Europeia, a experiência ao vivo do projecto europeu em que os portugueses acreditam.

Um livro no olho do furacão que foram os últimos anos, cinco anos em que a Europa enfrentou o Brexit, a crise dos refugiados, o terrorismo, as dificuldades na Grécia, populismos de diversos tipos e geografias e um crescimento do eurocepticismo.

E numa nota pessoal, Carlos Moedas diz porque chamou Vento Suão a este seu livro: «em homenagem ao meu pai, um homem que durante toda a vida lutou pela liberdade e que por muitos anos assinou uma coluna no Diário do Alentejo com o mesmo nome. Essa brisa quente e suave vinda do Sul era para ele um convite a uma salutar inquietude, um sinal que nos lembra que na vida nada pode ser dado como certo. Esta menção não poderia estar mais ajustada à União Europeia».

Autor
Carlos Moedas nasceu em Beja, em 1970. É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico. Frequentou a École Nationale des Ponts et Chaussées de Paris. Em 1998, obteve um MBA – Master of Business Administration – na Universidade de Harvard.

Iniciou a carreira no grupo Suez, em França, trabalhou vários anos em Londres e criou a sua própria empresa em Portugal. Em 2011, foi eleito deputado e tornou-se secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro do XIX Governo Constitucional, com responsabilidade pela coordenação do Programa de Ajustamento.

Em 2014, tornou-se o quinto português a exercer as funções de comissário europeu, tendo gerido o maior programa de ciência do mundo (80 mil milhões de euros).

É o mais jovem membro da Academia de Engenharia de Portugal. É medalha de ouro da Ordem dos Engenheiros e membro honorário da Academia de Ciência Africana. Recebeu o doutoramento honoris causa em Direito pela Universidade de Cork, na Irlanda, e outro doutoramento honoris causa pela École Supérieure de Commerce de Paris. É hoje administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian.
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