"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Exposições

Memórias dos lugares de desencontro e reencontro

Os lugares que visitamos são, tantas vezes, tristemente, espaços de desencontro ou de inexistência dos encontros desejados.
A motivação para um reencontro com esses lugares entre si não é senão a vontade do reencontro com o lugar de Si mesmo, cuja configuração procuramos redesenhar infinita e irreversivelmente.

26 Abr a28 Mai

Sociedade Nacional de Belas Artes
Rua Barata Salgueiro, 36, 1250-044 Lisboa
Preço
Entrada livre

O desenho delineia os percursos da vontade de reencontros com o Si mesmo, embora tantas vezes persista a racionalidade do desencontro.

Lugar deste encontro pode ser a irrealidade de uma fantasia. A sua representação convoca o Si à sua consciência sensível.

Os desenhos não procuram objetivar este lugar do Si. Alimentam-se do desejo da experiência sensível de seus reencontros.

Este lugar – o do vislumbrar um futuro banhado por uma promissora experiência afetiva de consciencialização – é o espaço onde pensamos e projetamos o nosso Ser sentido.

A razão in-tencional direciona a reconciliação com a sensibilidade dis-tencional.

O habitat onde se dá a transformação do sentir-se, do pensar-se, do projetar-se, do recordar-se e do reencontrar-se: no ser-se sentindo-se, na substância do ser.

O desenho define percursos de reencontro entre memórias. Transborda as fronteiras do tempo da experiência, da forma e do espaço.

A expressão da sua forma deseja que essas ideias se dispersem, na mesma medida em que os sentimentos despertam para um presente eminente.

Esta expressão é dinamizada entre a ordem e a desordem e por oscilações: externalização/internalização; Criar sentidos que desviem da previsibilidade do seu (des)encontro.
Agenda
Ver mais eventos
Visitas
67,710,398