"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Formação

Oficina de Rádio

Nesta oficina seremos conduzidos numa viagem por outros tempos da rádio, descobrindo o que se passava verdadeiramente na criação e condução de um programa, na locução, na sonoplastia e no serviço das horas.

26 Jun   |  10h00

São Luiz Teatro Municipal
Rua António Maria Cardoso, 38, 1200-027 Lisboa

Carlos Fernandes, Júlia Guerra e Mário Figueiredo, nomes que integram o elenco da Companhia Maior, dedicaram grande parte das suas carreiras à rádio. Criaram, dinamizaram e deram voz durante muitos anos a inúmeros programas de rádio, atuando nas suas diversas vertentes. 

Máx. 12 participantes
Duração 3h
Entrada gratuita
Inscrição obrigatória: companhiamaior@gmail.com
Não existem requisitos específicos.

Após uma década de criações de teatro e dança em Portugal a Companhia Maior entrou numa nova idade com o desafio do programa PARTIS & Art For Change. Causa Maior explora outras dimensões, de ação e de território, propondo-se divulgar, refletir e avaliar sobre o valor social desta Companhia que se distingue pela exclusividade de intérpretes maiores de 60 anos. Com investigação, debates, oficinas, conversas e novas parcerias, Causa Maior amplia as vozes das pessoas que nela trabalham e foca-se nas questões da idade de vida que representam.

Carlos Fernandes
N. 1944, Luanda. Frequentou a Faculdade de Ciências. Formação profissional: sonorizador, locutor, relator desportivo e jornalista. Trabalhou na ex Emissora Nacional, Radiodifusão Portuguesa, RDP. Sonorizador dos Parodiantes de Lisboa. Sonorizador no Rádio Clube Português. Locutor e jornalista nos Emissores Associados de Lisboa. Sonorizador de cinema. Cursos na BBC em Londres e em Paris na Rádio France. Locutor do programa das Forças Armadas na Guiné. Sonorização de diversas peças de teatro em Lisboa. Workshop de teatro na Dramax Oeiras, com Sofia Alves e Celso Cleto. Workshop teatro no Grupo Nova Morada em Paço de Arcos, com Nuno Loureiro. Integra o elenco da Companhia Maior desde 2014.

Júlia Guerra
Atriz e autora do livro de Memórias Visitas da Noite, 2020. Está na Companhia Maior desde a sua criação, em 2010, tendo sido vogal da direção de 2016 a 2020. Tem integrado elencos de filmes nacionais e internacionais e de séries televisivas portuguesas. Durante onze anos integrou a Direção da Apoiarte/Casa do Artista. Começou o seu percurso artístico como intérprete de Teatro Radiofónico na ex.EN/RDP; também foi leitora de poesia, apresentadora de concursos e espetáculos de música ligeira e clássica na RDP/RTP. Fez estágio na BBC.
Foi “A Voz” escolhida pelos TLP e sua congénere alemã para o Serviço de Horas em Portugal (1973). Desenvolveu trabalho como produtora, realizadora e apresentadora de vários programas da Antena 1, onde chefiou o departamento “Entretenimento”. Considerada a “Melhor Realizadora da Rádio Portuguesa” (Revista Máxima, 1985), recebeu o “Lauro de Tanit” (Espanha, 1981) atribuído a 10 Portuguesas Profissionais de Sucesso e foi a laureada portuguesa ao prémio da Comunidade Europeia “Mulher da Europa” (1987). Júlia Guerra surge no livro “Confidências” – Retratos femininos dos anos 50/60” da autoria de Cecília Barreira (1992). Colaborou no projeto europeu “Igualdade de Oportunidades entre Homens e Mulheres” e foi membro do júri do prémio da URTI – Universidade Radiofónica e Televisiva Internacional (1990 – 91) Tem participado em Seminários e Colóquios sobre Comunicação Social” e “Envelhecimento Ativo” em Portugal e em outros países europeus. É formadora freelancer em “Técnicas Vocais”, “Arte de Dizer” e “Apresentações em Público” desde 1987.

Mário Figueiredo
As suas primeiras experiências teatrais foram num grupo de jovens da Igreja da Ajuda. Aos 18 anos voluntariou-se na Força Aérea onde esteve 8 anos e começou a fazer o que gostava – rádio (Rádio Clube d’Angra, Rádio Clube do Úige e Rádio Clube de Moçambique). Quando se deu o 25 de Abril libertou-se do serviço militar e ingressou como Locutor na ex-Emissora Nacional e por lá ficou na, mais tarde renomeada, RDP (onde foi realizador, chefe e principal, e director-adjunto da Antena 2). Nos anos 80 frequentou a Licenciatura em Ciências da Comunicação na Universidade Nova, onde mais tarde foi docente e depois na U.A.L., atividade que acumulou com o trabalho na rádio. Foi autor e apresentador de vários programas na Rádio e na RTP (Concordo ou Talvez Não, entre outros). Em 1998 rumou a Sintra como Director do Departamento de Cultura, da Câmara Municipal de Sintra. Em 2008 regressou à Rádio depois de indigitado, e eleito, Provedor do Ouvinte. Integra o elenco da Companhia Maior desde 2017.
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