"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Música

Jason Moran ao vivo no Porto

Jason Moran em concerto na Casa da Música, Porto dia 13 de julho às 21h30.

13 Jul 2026  |  21h30

Casa da Música, Porto
Av. da Boavista 604-610, 4149-071 Porto
O pianista, compositor e artista de jazz Jason Moran é natural de Houston, Texas. Figura ímpar do Jazz e da sua divulgação a nível Mundial. Foi aluno da Manhattan School of Music, onde estudou com Jaki Byard, Andrew Hill e Muhal Richard Abrams. A relação de 18 anos de Moran com a Blue Note Records geraram 9 álbuns, todos, aclamados pela crítica Internacional.

Desde o seu primeiro álbum, Jason Moran já produziu 14 álbuns adicionais, criou ainda bandas sonoras para os filmes Selma e 13th, de Ava DuVernay, e para a versão teatral de Between the World and Me, do autor Ta-Nehisi Coates. A história é um tema recorrente para Moran, que realizou digressões monumentais para Thelonious Monk (IN MY MIND: Monk at Town Hall 1959), Fats Waller (Fats Waller Dance Party, além do álbum nomeado ao Grammy All Rise: An Elegy for Fats Waller) e James Reese Europe (James Reese Europe and the Absence of Ruin).

Recebeu ao longo de todo o seu percurso alguns dos mais prestigiados prémios na área da Música, Jazz e Produção Musical, bem como as suas obras foram objecto de nomeação e análise para tantas outras entidades de semelhante importância.

Atualmente, Moran é o Diretor Artístico de Jazz no Kennedy Center. Há mais de uma década (desde 2014), que ele impulsiona o futuro do jazz nessa instituição icónica, além de contribuir com sua experiência enquanto membro do corpo docente do New England Conservatory (desde 2010). A sua dedicação estende-se ao Jazz Ahead, e a sua curadoria visionária da série Artist’s Studio no Park Avenue Armory continua a expandir os limites artísticos na cidade de Nova York.

Para além de todas as suas funções nas áreas da educação e curadoria, Moran continua a cativar o público com os seus espectáculos ao vivo, sempre dinâmicos.

“Moran is demonstrating a continuum in Black music and Black history, an “ongoing community narrative,” to borrow a phrase — and, by extension, American history.” THE ARTS FUSE “In a word: splendid.” THE ARTS FUSEO pianista, compositor e artista de jazz Jason Moran é natural de Houston, Texas. Figura ímpar do Jazz e da sua divulgação a nível Mundial.

Foi aluno da Manhattan School of Music, onde estudou com Jaki Byard, Andrew Hill e Muhal Richard Abrams. A relação de 18 anos de Moran com a Blue Note Records geraram 9 álbuns, todos, aclamados pela crítica Internacional.

Desde o seu primeiro álbum, Jason Moran já produziu 14 álbuns adicionais, criou ainda bandas sonoras para os filmes Selma e 13th, de Ava DuVernay, e para a versão teatral de Between the World and Me, do autor Ta-Nehisi Coates. A história é um tema recorrente para Moran, que realizou digressões monumentais para Thelonious Monk (IN MY MIND: Monk at Town Hall 1959), Fats Waller (Fats Waller Dance Party, além do álbum nomeado ao Grammy All Rise: An Elegy for Fats Waller) e James Reese Europe (James Reese Europe and the Absence of Ruin).

Recebeu ao longo de todo o seu percurso alguns dos mais prestigiados prémios na área da Música, Jazz e Produção Musical, bem como as suas obras foram objecto de nomeação e análise para tantas outras entidades de semelhante importância.

Atualmente, Moran é o Diretor Artístico de Jazz no Kennedy Center. Há mais de uma década (desde 2014), que ele impulsiona o futuro do jazz nessa instituição icónica, além de contribuir com sua experiência enquanto membro do corpo docente do New England Conservatory (desde 2010). A sua dedicação estende-se ao Jazz Ahead, e a sua curadoria visionária da série Artist’s Studio no Park Avenue Armory continua a expandir os limites artísticos na cidade de Nova York.

Para além de todas as suas funções nas áreas da educação e curadoria, Moran continua a cativar o público com os seus espectáculos ao vivo, sempre dinâmicos.

“Moran is demonstrating a continuum in Black music and Black history, an “ongoing community narrative,” to borrow a phrase — and, by extension, American history.” THE ARTS FUSE
“In a word: splendid.” THE ARTS FUSE

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