Conferências
Portucalense debate os desafios persistentes à igualdade de género no âmbito do Dia Internacional das Mulheres
A Universidade Portucalense assinala o Dia Internacional das Mulheres com a realização da II Conferência Dia Internacional das Mulheres UPT, uma iniciativa que coloca no centro do debate académico as persistentes desigualdades de género e os desafios jurídicos, sociais e institucionais que continuam a condicionar a plena concretização dos direitos das mulheres.
9 Mar a 10 Mar 2026
Num contexto internacional marcado por tensões sociais e novos desafios à proteção dos direitos fundamentais, a igualdade de género continua a exigir vigilância jurídica, compromisso político e produção científica consistente. A academia assume, por isso, um papel central na reflexão e na procura de soluções sustentadas.
A sessão presencial decorre a 9 de março, no Auditório 201 da Universidade Portucalense, e contará com intervenções de personalidades de reconhecida relevância no panorama jurídico, académico e institucional.
Entre as oradoras convidadas destacam-se Clara Sottomayor, Juíza Conselheira do Supremo Tribunal de Justiça, Esther Quinteiro, Professora da Universidad de Salamanca, Carla Tavares, presidente da CITE, e Frederica Armada, da UMAR, que irão abordar diferentes perspetivas sobre os obstáculos que persistem na concretização da igualdade de género.
A conferência prossegue a 10 de março em formato online, reunindo investigadoras e académicas em vários painéis de debate sobre questões jurídicas e sociais relacionadas com a condição das mulheres na contemporaneidade.
“Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, a igualdade de género continua longe de estar plenamente concretizada. A academia tem a responsabilidade de promover reflexão crítica, produzir conhecimento e contribuir para soluções que permitam enfrentar as desigualdades que persistem”, sublinha Zamira Assis, docente do Departamento de Direito e responsável pela organização da Conferência.
Ao promover esta iniciativa, a Universidade Portucalense reforça o seu compromisso com a produção de conhecimento crítico e com a promoção dos direitos fundamentais, sublinhando que a igualdade de género continua a exigir reflexão, investigação e intervenção cívica.
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