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Natureza

Ontem um Oceano, Hoje um Rio: Tubarões e Raias Fósseis na Bacia de Alvalade

O Festival Terras sem Sombra propõe, no âmbito do programa de salvaguarda da Biodiversidade, uma viagem no tempo, guiada pela Paleontologia, até ao período em que o território do atual Baixo Alentejo era um imenso mar raso

19 Abr 2026  |  09h30

Ponto de encontro: Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Ferreira do Alentejo
Preço
Entrada livre
O domingo, 19 de abril (9h30), convida a olhar sobre o passado remoto. A ação dedicada à biodiversidade assenta no tema «Ontem um Oceano, Hoje um Rio: Tubarões e Raias Fósseis na Bacia de Alvalade». Com ponto de encontro, mais uma vez, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, esta iniciativa corre a cargo de Ausenda Balbino Cáceres, paleontóloga e professora da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora.

A «Bacia de Alvalade» conserva vestígios de um passado geológico em que a região esteve submersa por mares pouco profundos. Os sedimentos aí depositados, sobretudo do Miocénico (entre 23 e 5 milhões de anos), revelam a presença de uma fauna marinha diversificada, incluindo tubarões e raias cujos dentes fossilizados são hoje os testemunhos mais frequentes. Estes achados permitem reconstituir ambientes costeiros antigos e compreender a evolução das espécies ao longo de milhões de anos.

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