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Dança

Programa Coreógrafos Emergentes 2026

O Programa Coreógrafos Emergentes promovido pela Ca.DA, tem como objetivo fomentar o desenvolvimento artístico de jovens bailarinos/coreógrafos.

29 Abr a 30 Abr 2026

Auditório Osvaldo Azinheira - Academia Almadense, Almada
Rua Capitão Leitão, 64, 2800-133 Almada
“CONCIERGE”, de Inês Barros, “too much?”, de Rita Carpinteiro e “Culpa”, de Vitor Afonso, são as peças originais que integram o programa apresentado no âmbito da comemoração do Dia da Dança.

Preço: 7€ | 4€ para jovens e seniores
Reservas e informações: 212583175 | geral@cdanca-almada.pt
A bilheteira abre 1 hora antes do espetáculo.

Tendo como objetivo fomentar o desenvolvimento artístico de autores de dança contemporânea, em 2026 a direção da Companhia de Dança de Almada selecionou, para integrar o Programa Coreógrafos Emergentes, três das diversas propostas espontâneas recebidas por parte de jovens bailarinos/coreógrafos.

Inês Barros é bailarina da Companhia de Dança de Almada. Anteriormente integrou o Quorum Project e a InTranzYt Cia. Como criadora, coreografou para a Academia de Dança de Alcobaça, FORMA - Estúdio de Dança de Chaves e Ca.DA Escola. Em 2025, participou no Projeto ECO – Emergentes em Criação e Orientação, da Play False Associação Cultural. Em “CONCIERGE” a autora explora a tensão entre a fachada de controlo e as ansiedades internas de quem governa, mostrando a luta constante de um líder para manter a ação e a identidade, perante a persistente incerteza do poder.

Rita Carpinteiro é intérprete, criadora e investigadora em artes performativas. Em 2013 foi distinguida como Jovem Revelação pela cidade de Setúbal, onde concluiu a sua formação profissional em dança. Integrou a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC) e colaborou com coreógrafos como Clara Andermatt, Amélia Bentes, Diana Niepce, entre outros. Em “too much?”, a autora propõe-se trabalhar o riso enquanto mecanismo de exposição: o riso que ataca e o riso que se adapta - entre o excesso que ameaça romper a forma, e a contenção que recompõe a postura.

Vítor Afonso integrou o coletivo Madeira Ballet Theatre - MBT, Sublime Dance Company, Quorum Ballet. Participou ainda em projetos de Margarida Belo Costa, Allan Fallieri, Victor Hugo Pontes e Diana Niepce. É bailarino da Companhia de Dança de Almada desde 2021, para a qual criou o solo “a silent echo”, apresentado no SOLO Ça?da? Dans Festivali, na Turquia. Em “Culpa” o autor aborda o precisamente o sentimento de culpa: “Entre o peso do que não se controla, a impotência de quem cuida e o vazio de quem não se reconhece, a culpa ergue-se como personagem silenciosa (...)”

O Programa Coreógrafos Emergentes é uma iniciativa continuada da Ca.DA - Companhia de Dança de Almada, que pretende dar espaço à criação artística e promoção de autores de dança contemporânea menos conhecidos do público, mas cujo trabalho merece a atenção da sua direção artística, pela qualidade técnica e conceptual, originalidade e profundidade.

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