Exposições
Beira Mágoa
A Galeria Salto tem o prazer de apresentar a exposição de Christine Henry.
30 Abr a 27 Jun 2026
Salto
Calçada Dom Gastão 5A, 1900-193 Lisboa
Preço
Entrada livre
Inauguração: 30 de abril, quinta-feira, pelas 18h.
Beira Mágoa traz a Lisboa o trabalho de Christine Henry — artista de origem francesa, nascida no Porto em 1958 e radicada no Algarve desde 1981 —, naquela que é a sua mais recente exposição individual na cidade (depois de um hiato de catorze anos), no âmbito de um percurso marcado por projectos desenvolvidos maioritariamente no Algarve.
Entre objectos produzidos e encontrados, entre o humano e o animal, o orgânico e o industrial, o natural e o sintético, as obras reunidas nesta exposição habitam um espaço incerto e difícil de estabilizar. Cada elemento oscila entre o utensílio e o vestígio, o detrito e a relíquia, sugerindo simultaneamente artefactos simbólicos e matérias que parecem ter sobrevivido a processos de soterramento, erosão e deslocação, e tornando frágeis categorias como natureza e cultura, identidade e alteridade.
Naquela que pode ser também uma leitura de diagnóstico do presente, Beira Mágoa propõe uma reflexão sobre as condições de devastação do Antropoceno e de ruína de uma ideia de sociedade baseada no Progresso, abrindo também espaço para especulativamente imaginar outras ecologias e formas de existência.
Este projecto é resultado da parceria anual estabelecida com a Associação ALFAIA (Loulé), uma organização independente dedicada à criação, apresentação e difusão das práticas artísticas contemporâneas no território algarvio.
A exposição tem a curadoria de David Revés e Nicolai Sarbib, co-directores da Salto.
Beira Mágoa traz a Lisboa o trabalho de Christine Henry — artista de origem francesa, nascida no Porto em 1958 e radicada no Algarve desde 1981 —, naquela que é a sua mais recente exposição individual na cidade (depois de um hiato de catorze anos), no âmbito de um percurso marcado por projectos desenvolvidos maioritariamente no Algarve.
Entre objectos produzidos e encontrados, entre o humano e o animal, o orgânico e o industrial, o natural e o sintético, as obras reunidas nesta exposição habitam um espaço incerto e difícil de estabilizar. Cada elemento oscila entre o utensílio e o vestígio, o detrito e a relíquia, sugerindo simultaneamente artefactos simbólicos e matérias que parecem ter sobrevivido a processos de soterramento, erosão e deslocação, e tornando frágeis categorias como natureza e cultura, identidade e alteridade.
Naquela que pode ser também uma leitura de diagnóstico do presente, Beira Mágoa propõe uma reflexão sobre as condições de devastação do Antropoceno e de ruína de uma ideia de sociedade baseada no Progresso, abrindo também espaço para especulativamente imaginar outras ecologias e formas de existência.
Este projecto é resultado da parceria anual estabelecida com a Associação ALFAIA (Loulé), uma organização independente dedicada à criação, apresentação e difusão das práticas artísticas contemporâneas no território algarvio.
A exposição tem a curadoria de David Revés e Nicolai Sarbib, co-directores da Salto.

