Teatro
Rui Paixão estreia GLÜLT em França e segue digressão em Portugal
Rui Paixão estreia em novembro um novo espetáculo. GLÜLT é o nome deste novo solo com estreia marcada em França a 12/13/14 de novembro no Les SUBS, integrada na programação da La Nuit du Cirque e em parceria com UTOPISTES - Cité Internationale des Arts du Cirque em Lyon.
12 Nov a 30 Nov 2027
Em 2027 será levado de norte a sul do país passando por: Theatro Circo Braga, Teatro Municipal do Porto, Fórum Municipal Luísa Todi Setúbal, Teatro Diogo Bernardes Ponte de Lima, Teatro das Figuras Faro, Teatro Viriato Viseu, Teatro Municipal da Covilhã, Teatro José Lúcio da Silva Leiria, Teatro Sá da Bandeira Santarém e Cine Teatro António Lamoso Santa Maria da Feira.
Neste solo, Rui Paixão propõe-se a destilar a arte do palhaço até ao seu estado mais puro: um exercício depurado, estilizado e profundamente físico. A proposta mais ambiciosa a que o artista português se desafiou e que pretende um olhar sobre o riso e a vulnerabilidade humana sob um pretexto de um entendimento o mais alargado possível sobre a liberdade de expressão e a imprescindibilidade nesse processo do riso e do humor.
A contagem decrescente começou.
• Estreia a 12, 13 e 14 de novembro de 2026 no Les SUBS (FR)
• Apresentações em Portugal confirmadas a norte, centro e sul
• Estreia nacional a 20 de novembro no CAO em Ovar
• Segue ainda em 2026 para Évora no Teatro Garcia de Resende a 19 de dezembro
SINOPSE
GLÜLT é uma palavra inventada, sem significado. Nasce de Brüllt, que é a forma conjugada do verbo Brüllen que em alemão é usada para indicar que alguém (ou um animal) está a emitir um som muito alto — rugido, berro ou grito.
Entre o impacto e o instinto, entre o som e o absurdo, entre a incoerência e a surpresa ergue-se o universo deste espetáculo.
Neste solo, Rui Paixão propõe-se a destilar a arte do palhaço até ao seu estado mais puro: um exercício depurado, estilizado e profundamente físico. Conduz o público por uma experiência assumidamente incoerente, onde a imaginação e a interação direta com os espectadores se tornam a porta de entrada para um território onde tudo pode acontecer sem justificação aparente.

