Formação
Festival Descomunal
Dedicado à criatividade sem filtros, a primeira edição do Festival Descomunal reúne mais de 10 nomes de referência do design nacional e internacional. Com o tema “Behind the Scenes”, o festival convida designers, artistas e diretores criativos a partilhar as ideias, os processos e os desafios que estão por detrás dos seus projetos, num programa de dois dias dedicado às diferentes dimensões da prática criativa.
14 Nov a 15 Nov 2026
O programa reúne profissionais de diferentes geografias, disciplinas e contextos de trabalho, cruzando vozes nacionais com criadores internacionais que vivem e trabalham a partir de Portugal.
Do universo da tipografia e do design gráfico, o festival contará com Fabian Harb, designer suíço e cofundador da Dinamo, estúdio de tipografia, e Silvio Lorusso, designer, artista e escritor italiano radicado em Portugal. O estúdio brasileiro Polar, Ltda. estará representado pelos cofundadores e diretores criativos Ralph Mayer e Ronaldo Vidal, enquanto Gabriela Namie, brasileira a viver em Nova Iorque, traz a perspetiva do seu trabalho como Visual Lead no Google Seed Studio.
O programa inclui ainda Jun Ioneda, artista visual independente brasileiro; Marcos Rodrigues, Interactive Design Director, e Natalia Oledzka, Associate Design Director, ambos na PORTO ROCHA; Giulia Fagundes, designer, investigadora e educadora; Ruben Pater, designer neerlandês que explora questões éticas através do design, da escrita e do ensino; Nicolas Paries, designer francês e fundador do estúdio Heylow; Dasha Zudina, diretora criativa na Shuka Design; Francisco Pires, designer na Readymag; Nina Paim, fundadora da Bikini Books; e o estúdio Explorers Club.
O tema “Behind the Scenes” traduz a intenção de olhar para a prática criativa de forma mais aberta e honesta. Em vez de se centrar exclusivamente nos resultados e nas conquistas, a programação procura explorar as decisões, os métodos, as dificuldades e as experiências que influenciam o trabalho dos profissionais. O que faz um bom case study? Como se navega a cultura de trabalho de uma grande organização? Que modelos alternativos de estúdio de design podem existir? Onde procurar referências quando se quer fugir ao óbvio? E o que significa construir uma prática centrada na tipografia? São algumas das questões que estarão no centro das conversas.

