Política de Cooperação
Reflexões Breves sobre a Cooperação Portuguesa e Europeia, por Carlos Sangreman
O presente texto começa por fazer uma síntese das posições que o seu autor julga que Portugal devia adotar como forma de responder à questão de como desenvolver os países que ainda não conseguem atingir as médias de bem-estar das zonas mais ricas. Neste sentido, a política externa e de cooperação portuguesa é pensada em articulação com a União Europeia e no contexto das relações internacionais. Ao adotar estas preposições como orientadoras da Cooperação Internacional, Portugal deverá organizar-se em programas e projetos com entidades estatais e organizações não governamentais. Portugal deve, ainda, saber como usufruir das mudanças significativas da UE no seu principal instrumento de cooperação (em Cotonou, 2000), de acordo com as suas especificidades. A identidade e interesses portugueses devem servir com base vantajosa no equilíbrio das políticas de cooperação, pelo que os dirigentes políticos devem fazer uma melhor gestão da cooperação neste sentido.

