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Romanos e gregos – As relações transatlânticas e o teste das intervenções militares, por Bruno Cardoso Reis

Imperialismo; EUA; Administração Bush; NATO; Política Externa Americana; Relações Transatlânticas

Se parece improvável que os EUA apostem num império formal, com o controlo direto dos territórios, também é evidente em determinados aspetos da ideologia nacional tradicional norte-americana – a ideia do carácter excecional e exemplar da América – a existência de um forte potencial imperialista. Esta característica foi posta em maior evidência com a Administração Bush II, o pós-11 de setembro e a posterior guerra contra o Iraque. A forma como Tony Blair e outros aliados europeus da Administração Bush encaram essa possibilidade parece revelar a sua aceitação do papel de gregos – conselheiros mais experientes e sábios – em relação às legiões norte-americanos. O presente artigo analisa, nestas circunstâncias, se poderá Washington seguir o caminho de um império realmente global e qual o papel da Europa – e da NATO – em tudo isto.

Data 2003-10-01
OBS REIS, Bruno Cardoso. "Romanos e gregos - As relações transatlânticas e o teste das intervenções militares". Mundo em Português: Lisboa. IEEI. Nº 49 (2003). págs.
Dimensão do suporte 6 págs.
Idioma Português