"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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Gente

De Amadeo de Souza-Cardoso a Pedro A. H. Paixão, Cem Anos de Representação Humana na Coleção Manuel de Brito.

Júlio Pomar, O Almoço do Trolha, 1946-50 Amadeo de Souza-Cardoso, O pobre louco, 1915 Antonio Seguí, Confrontacion innecesaria, 2004 Pedro A.H. Paixão, Little Diamond Croen (Nina Simone in memoriam), 2015

22 Set a 19 Mar 2017

Centro de Arte Manuel de Brito - CAMB
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, 1945-064 Algés

 

A representação humana é tão antiga como o próprio homem e é transversal à arte desde a pré-história até à arte contemporânea. A necessidade de perpetuar a imagem humana, a vida familiar, laboral e religiosa, a efemeridade da vida, a degradação dos corpos ou os estados de alma sempre interessaram aos pintores e escultores.   

Esta exposição tem obras de quarenta e três artistas. A obra mais antiga é o Pobre Louco, de 1915, de Amadeo de Souza-Cardoso, que esteve exposto este ano no Grand Palais, em Paris, e a mais recente Little Diamond Crown (Nina Simone in Memoriam), um pequeno desenho a lápis de cor, de 2015, de Pedro A.H.Paixão. 

Apresentar-se-ão algumas obras adquiridas recentemente e nunca expostas como O Almoço do Trolha, de 1946-50, uma das obras mais emblemáticas de Júlio Pomar, do período neorrealista, que retrata um ambiente familiar com um trabalhador das obras, num período de descanso, comendo uma sopa trazida ao seu local de trabalho pela sua mulher, que estásentada num tijolo com o filho ao colo. 

Eduardo Luiz atravessou a sua curta vida tentando alcançar a perfeição na pintura. Le Miroir de Lady Chatterley, de 1969, é uma delicada pintura de um corpo feminino sobre madeira,montada numa armação antiga de um espelho. Em 1983 fez o seu autorretrato a que chamoupóstumo, onde se vê a sua figura refletida num espelho estilhaçado por um tiro. 

De Pablo Picasso apresentamos uma ponta seca de 1922-23 e duas cerâmicas de 1956, de Sonia Delaunay uma aguarela de 1923. Milly Possoz, Arpad Szenes, Karel Appel, Jean-Michel Folon, Antonio Seguí, Bengt Lindström, Georg Baselitz , Barton Lidice Beneš e Yuri Kokoyanin são outros artistas estrangeiros com obras nesta exposição. 

Francis Smith, Almada Negreiros, Jorge Barradas, António Soares, Mário Eloy, Júlio, António Dacosta, Júlio Resende, Menez, Pomar, Lourdes Castro, Bartolomeu Cid dos Santos, Paula Rego, José de Guimarães, Jorge Martins, Noronha da Dacosta, Fernando Direito, Graça Morais, Lisa Santos Silva, Urbano, Fátima Mendonça, Ricardo Angélico, João Leonardo, Vasco Araújo, Diogo Evangelista e David Oliveira são outros artistas portugueses representados nesta exposição.

 

Mais info:

http://camb.cm-oeiras.pt

camb@cm-oeiras.pt

 

Horário

De Terça a Sexta das 10h00 às 18h00 | última entrada às 17h30

Sábados e Domingos das 12h00 às 18h00 | última entrada às 17h30

Encerra às Segundas, Feriados e dias 24 e 31 de Dezembro

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