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Festivais

FIMFA 2026 • O Orguishibai

O Orguishibai é um órgão de barbárie ou realejo, diferente de todos os outros e único no mundo! Toca música e conta histórias visuais e musicais, sempre com um humor peculiar, absurdo e alegremente belga.

30 Mai a 31 Mai 2026

Museu de Lisboa - Palácio Pimenta
Campo Grande, 245 – 1700-091 Lisboa
Preço
Entrada livre
Em cartaz: Ceci n’est pas une mouche - sobre uma mosca que não o é. Uma experiência singular onde a surpresa e o riso se misturam com o absurdo da imagem e o compasso da música.

Vinte metros de desenhos desfilam a toda a velocidade, ilustrando uma catástrofe alegre, onde o caos se torna jogo e a desordem nos diverte e surpreende, numa proximidade direta com o público.

Ceci n’est pas une mouche
É um clarão, um momento cómico e poético, um pensamento que não conseguimos afastar. Ela atravessa fronteiras, ignora portas, troça de redes mosquiteiras e desafia chinelos ou mata-moscas. Adora zumbir onde o silêncio é excessivo e incomodar onde tudo está demasiado arrumado. Na verdade, ela só vem trazer vida a este mundo tão enfadonho.

BIO
O português Paulo Ferreira vive em Bruxelas há vários anos, onde estudou banda desenhada e técnica de clown. A sua profunda admiração por Lotte Reiniger, a célebre realizadora alemã de cinema de animação com silhuetas, e a sua paixão por marionetas estão na origem do seu desejo de explorar o teatro de sombras. Encorajado pelos resultados das suas primeiras experiências, concretiza o seu
sonho e cria a companhia Clair de Lune Théâtre em 1990. Em 2009 participou no FIMFA com Le Cyclo Théâtre e regressa agora com a sua mais recente criação. Desde a sua fundação, a Clair de Lune tem privilegiado o teatro de sombras sem palavras, acessível a todos os públicos, onde a música desempenha um papel importante. Com o Orguishibai, explora novos caminhos, novas técnicas e experiências. A poesia e o humor burlesco são os seus guias, sempre com um olhar crítico sobre as questões que atravessam a nossa época.

Conceção e desenho: Paulo Ferreira
Olhar exterior: Hélène Pirènne, Michèle Nguyen, Marcelle Maillet
Música: Jean Jadin
Cenografia: Elise Dethier
Construção do órgão e mecanismo: Benoit Paulis (Pauliphonic)
Apoios: Espace
Marionnettes de Tubize
Técnica: Órgão de bárbarie

Clair de Lune Théâtre (Bélgica)
30 e 31 MAI | 15H30 – 16H30 e 17H -18H
10 minutos (várias sessões)
+ 5 anos
Gratuito

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