Teatro
Uma tarde para todos experimentarmos "Os Vestidos do Tiago" no CCVF
Espetáculo da ‘Ao Cabo Teatro’ dirigido às crianças a partir dos 6 anos de idade tem sessão especial para famílias no dia 10 de dezembro, às 16h00.
10 Dez 2022 | 16h00
No próximo sábado, dia 10 de dezembro, às 16h, o Tiago mostra-nos o seu armário no palco do Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor (CCVF). Vamos assim passar a tarde com o Tiago, com as suas perguntas e inquietações. Ele não espera nenhuma resposta nossa, por isso podemos deixar-nos estar só a ouvir, quietos e calados, pendurados nos nossos cabides. Ou podemos rir, trautear uma canção, duvidar e até imaginar respostas que saiam do armário e se espreguicem devagar em cima da cama.
Criação de Sara Pazos, também responsável pela respetiva cenografia e figurinos, com texto de Marta Figueiredo baseado na obra de Joana Estrela, esta produção da Ao Cabo Teatro é interpretada por Eduardo Breda (Tiago), na companhia da música e da sonoplastia de Vítor Hugo Barros e do desenho de luz de Bruno dos Reis e Luís Araújo.
Dirigido às crianças a partir dos 6 de anos de idade, “Os Vestidos do Tiago” é uma proposta da Educação e Mediação Cultural d’A Oficina e será acompanhado por interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), sendo possível adquirir os respetivos ingressos pelo valor de 2 euros nas bilheteiras de espaços geridos pel’A Oficina como o Centro Cultural Vila Flor, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, a Casa da Memória de Guimarães ou a Loja Oficina, para além das lojas Fnac, Worten e El Corte Inglés, bem como online em aoficina.pt.
Antes da sessão para famílias e público em geral no dia 10, às 16h, este espetáculo é também apresentado a escolas e instituições de Guimarães nos dias 6, 7 e 9 de dezembro.
Estrutura de produção de artes performativas com direção artística de Nuno Cardoso, a companhia Ao Cabo Teatro busca sistematicamente nos repertórios clássico e contemporâneo a matéria poética que alimenta uma ideia de teatro como máquina de interpretação e reescrita do presente. A cada novo projeto (como é exemplo "Os Vestidos do Tiago"), mobiliza uma equipa coerente no exercício de um modelo de criação que constrói universos significantes através do enfrentamento contínuo de saberes e linguagens teatrais.

