"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Efemérides

Morte de Abel Botelho

Em 24 de abril de 1917 faleceu Abel Botelho, um coronel de Estado-Maior do Exército, escritor, político e diplomata português.

(Tabuaço, 23 de setembro de 1854 - Argentina, 24 de abril de 1917)

Militar, escritor e diplomata português, Abel Acácio de Almeida Botelho nasceu em 1856, em Tabuaço, e faleceu em 1917, em Buenos Aires. Tendo seguido o curso do Estado-Maior na Escola do Exército, estreou-se como escritor em 1878. A sua obra é uma das que melhor representam a escola realista na poesia, destacando-se livros como Lira Insubmissa (1885), O Barão de Lavos - Romance (1891), Amanhã (1902) e Lázaros (1904).

No teatro, merecem referência peças como A Imaculável (1897) e Fruta do Tempo (1904). Foi académico de mérito da Academia de Belas-Artes e colaborou em vários jornais.

É conhecido sobretudo pela sua série de livros a que chamou Patologia Social, que abordam os principais fenómenos sociais que para Abel Botelho afetavam a sociedade portuguesa do final do século XIX.

A ele se ficou a dever o projeto gráfico da bandeira da República Portuguesa, em que o verde representa a esperança e o vermelho o sangue derramado pelo povo nas muitas guerras travadas.


  
 

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