"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Efemérides

Morte de Carlos Malheiro Dias

A 19 de outubro de 1941, morreu em Lisboa o escritor Carlos Malheiro Dias.

(Porto, 13 de agosto de 1875 - Lisboa, 19 de outubro de 1941)

Carlos Malheiro Dias foi um jornalista, cronista, romancista, contista, político e historiador português.
Licenciado em Letras pela Universidade de Lisboa, foi defensor convicto da causa monárquica, tanto em Portugal como no Brasil, onde publicou as suas primeiras obras de ficção. Ocupou alguns cargos políticos no Porto.
Da sua vasta obra destacam-se "Cenários - Fantasias sobre a História Antiga" (1894), "O Estado Atual da Causa Monárquica" (1913), "Exortação à Mocidade" (1924) e "O Piedoso e o Desejado" (1925). A investigação historiográfica "História da Colonização Portuguesa no Brasil" (1921-24) é também digna de registo.
Foi um dos fundadores da Academia Portuguesa de História (1936), considerada sucessora da Academia Real de História Portuguesa. Foi membro-correspondente da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo a Eça de Queiroz. Romancista, contista e cronista, é considerado um dos maiores e mais talentosos escritores portugueses da geração seguinte à do autor de "O primo Basílio".

 

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