"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Efemérides

Morte de Carmen Dolores

A 16 de fevereiro de 2021, faleceu a atriz Carmen Dolores.

(Lisboa, 22 de abril de 1924 - Lisboa, 16 de fevereiro de 2021) 

Carmen Dolores fez do Teatro o seu modo de contribuir para melhorar a vida e o mundo.
A estreia no cinema aconteceu aos 19 anos, no filme "Amor de Perdição" (1943), o romance de Camilo Castelo Branco levado à tela pelo realizador António Lopes Ribeiro. A sua aparição nos palcos aconteceu em 1945, na peça Electra, de Jean Giraudoux, na Companhia dos Comediantes de Lisboa.
Esteve oito anos no Teatro Nacional, na Companhia Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro, e passou pelo Teatro de Sempre, de Gino Saviotti, e pelo Teatro Nacional Popular. No início da década de 60 do século passado, ajudou a fundar o Teatro Moderno de Lisboa.
Estrela do teatro na televisão, Carmen Dolores também trabalhou nas séries televisivas/telenovelas "Passerelle" (1988), "A Banqueida do Povo" (1993) e "A Lenda da Garça" (1999).
A 15 de maio de 2005 atuou pela última vez na peça "Copenhaga", espetáculo que marca o seu afastamento dos palcos e da televisão após 60 anos de carreira.
Em julho de 2018, recebeu do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, as insígnias de Grande-Oficial da Ordem do Mérito, depois de anteriormente ter sido condecorada pelo chefe de Estado Jorge Sampaio com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Carmen Dolores foi ainda distinguida com a Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Lisboa, o prémio Sophia de Carreira, da Academia Portuguesa de Cinema, e o Prémio António Quadros de Teatro, entre outros galardões.

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